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Em sua catequese nesta quarta-feira, 10 de janeiro, durante a Audiência Geral celebrada na Sala Paulo VI do Vaticano, o Papa Francisco refletiu sobre a importância do silêncio na liturgia da celebração eucarística e convidou os sacerdotes a cuidar desses momentos.

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“Recomendo vivamente aos sacerdotes que observem o momento de silêncio e não terem pressa. Oremos para que se faça silêncio; sem ele, corremos o risco de subestimar o recolhimento da alma”.

O Santo Padre meditou sobre o canto do Glória e a oração da coleta na celebração da Missa e centrou-se no significado dos momentos de silêncio.

“Na liturgia, a natureza do silêncio depende do momento específico”, afirmou. Explicou que, durante o ato penitencial, esse silencia ajuda ao recolhimento, enquanto após a leitura ou depois da homilia, o silêncio convida a meditar brevemente sobre aquilo que se escutou. Do mesmo modo, após a comunhão, o silêncio favorece a oração interior de agradecimento.

Por outra parte, “antes da oração inicial, o silêncio nos ajuda no recolhimento, a pensarmos no porquê estamos ali”.

O Santo Padre destacou a importância de escutar nossa alma e de abri-la depois ao Senhor: “Talvez tenhamos tido dias de cansaço, de alegria, de dor e queremos compartilhar com o Senhor e pedir sua ajuda, ou pedir-lhe que permaneça perto de nós”.

Pode ser que “queiramos pedir por familiares ou amigos doentes, ou que estejamos atravessando provações difíceis”, ou simplesmente “pedir-lhe pela Igreja e pelo mundo. Para isto serve o breve silêncio antes que o sacerdote, reunindo as preces de cada um, expresse em voz alta em nome de todos a comum oração que conclui os ritos de introdução com a ‘coleta’ das intenções dos fiéis”.

“O silêncio – continuou – não se reduz à ausência de palavras, mas na disposição a escutar outras vozes: a de nosso coração e, sobretudo, a voz do Espírito Santo”.

“Precisamente, do encontro entre a miséria humana e a misericórdia divina ganha vida a gratidão expressa no ‘Glória’, ‘hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro’”, explicou o Pontífice citando o Missal Romano.

“Podemos dizer que o ‘Glória’, cantado ou recitado no domingo, exceto nos tempos do Advento e da Quaresma, e nas solenidades e festas, constitui uma abertura da terra ao céu, em resposta à inclinação do céu à terra”.

Recordou que “após o ‘Glória’, ou, quando não há este, logo após o Ato penitencial, a oração toma a forma particular na oração chamada ‘coleta’, por meio da qual se expressa o caráter próprio da celebração, variável em função do dia ou do tempo do ano”.

Além disso, destacou que “o Ato penitencial nos ajuda a nos despojarmos de nossas presunções e a nos apresentarmos diante de Deus como realmente somos, conscientes de ser pecadores, na esperança de ser perdoados”.

“Com o convite ‘Oremos’, o sacerdote nos exorta o povo a se recolher com ele em um momento de silêncio, a fim de tomar consciência de estar na presença de Deus e fazer emergir, no próprio coração, as intenções pessoais com as quais participa da Missa”.

Finalmente, convidou a que este silêncio reflexivo se estenda para além da Missa. “No rito romano, as oração são concisas, mas ricas de significado”. Por isso, incentivou a “voltar a meditar sobre os textos fora da Missa”, pois “pode nos ajudar a aprender como nos dirigirmos a Deus, o que pedir-lhe e quais palavras usar”.

fonte: http://www.acidigital.com/noticias/papa-incentiva-sacerdotes-a-cuidar-dos-momentos-de-silencio-durante-a-missa-11073/

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A primeira e talvez a segunda onda do feminismo até podem ter sido construídas sobre ideias nobres, mas a corrente atual é movida por nada menos do que a inveja.

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“Branca de Neve”, “Cinderela”, “A Pequena Sereia”, “Rapunzel”, “A Bela Adormecida” são histórias que povoam há séculos a imaginação das meninas. Popularizadas pelas produções da Disney, versões diferentes desses contos de fadas, particularmente da Cinderela, têm cruzado as divisas das culturas e do tempo.

Todas essas histórias fantásticas seguem um roteiro parecido. Geralmente há uma mulher mais velha — que pode ser uma mãe, uma bruxa ou uma rainha —, em uma posição confortavelmente superior, até alguém ameaçar o seu lugar por ser, por exemplo, “a mais bela de todas as mulheres” [1]. A jovem donzela precisa ser detida a qualquer custo. A partir disso, os contos de fadas se desenrolam rumo a um desfecho comum: as coisas não se dão bem para a bruxa má, e a jovem donzela e seu príncipe vivem felizes para sempre.

Há muitas lições que podem ser extraídas desses contos de fadas, mas a primeira delas diz respeito ao vício atemporal da inveja. Embora pareçam equivaler-se, ter inveja e sentir ciúmes são, na verdade, duas coisas bem diferentes uma da outra [2]. A inveja eleva o ciúme de uma pessoa a um novo patamar, como se quem possuísse o objeto de seus desejos, ou fosse um obstáculo para alcançá-lo, estivesse roubando algo dela. Não sem razão a palavra inveja vem do latim invidere, que significa, literalmente, olhar para o outro com um “olho mau”, cheio de ódio e de malícia. Ela alimenta o impulso de destruir o próximo.

Embora seja um pecado capital tanto para homens quanto para mulheres, a inveja parece estar profundamente enraizada no coração feminino, desde o tempo de Eva. Até mesmo no Jardim do Éden é possível ver a inveja em ação. A serpente, ao tentar a primeira mulher com o fruto da árvore do bem e do mal, procura ao mesmo tempo colocá-la contra Deus, como se Ele estivesse retendo algo bom e que certamente era de seu direito. “Oh, não! — tornou a serpente — vós não morrereis! Mas Deus bem sabe que, no dia em que dele comerdes, vossos olhos se abrirão, e sereis como deuses, conhecedores do bem e do mal” (Gn 3, 4-5).

O que acontece, então, se tomarmos este vício atemporal da inveja e o aplicarmos a nossa própria cultura? Existe por acaso uma conexão?

Sim, ela existe, mas o lugar em que se sobressai pode parecer inesperado para muitos: trata-se do feminismo radical. A primeira e talvez a segunda onda do feminismo até podem ter sido construídas sobre ideias nobres, mas a corrente atual é movida por nada menos do que a inveja.

Nós vemos a inveja atuando, primeiro e sobretudo, na relação que as mulheres chegam a manter com os próprios filhos. A ideologia por trás da liberação do aborto é de que “as mulheres precisam tocar suas vidas”. A vida de uma criança seria uma ameaça ao sucesso e à felicidade de sua mãe. Assim como em Branca de Neve, aqui também um ser humano a desabrochar é detido (literalmente envenenado, muitas vezese destinado a dormir um sono profundo (só que, desta vez, sem jamais poder acordar). Como as pessoas são capazes de exultar com um ato de tamanha destruição, ou chamar de “empoderamento” ao ato de contar a história dos próprios abortos na internet (como pretende um movimento recente nos Estados Unidos, chamado Shout Your Abortion)?

E quanto aos homens? Eles geralmente não são retratados como vilões nos contos de fadas, mas a versão contemporânea da trama tem os colocado no centro das atenções. As mulheres decretaram que só serão felizes se levarem a mesma vida que os homens levam. A atitude delas em relação a seus pares revelam as marcas destrutivas e depreciativas da inveja. As mulheres não abraçam mais o bem que os homens têm a oferecer à sociedade; antes, vêem-no como um mal que tem de ser eliminado. Os importantes instintos de proteção e responsabilidade que desde sempre impulsionaram os homens à grandeza foram reduzidos à categoria de “machismo”. O mantra feminista, nas entrelinhas, é: “Homens, ainda que nós queiramos ser como vocês, vocês devem mudar.” Todos os dias nós vemos o veneno da inveja sendo destilado em direção aos homens, particularmente nos comerciais ubíquos de TV, onde todos eles agem de modo atrapalhado, até que uma sábia mulher venha em socorro deles.

E como as feministas tratam aquelas mulheres que não abraçam seus ideais? Mulheres que escolheram ter muitos filhos e/ou preferiram a família à própria carreira são frequentemente tidas como idiotas, “parideiras”, pessoas que preferiram ficar “presas” em casa, ao invés de gozarem da liberdade que vem com a independência e autonomia financeiras. Assim o movimento feminista alimenta a “estranha ideia de que as mulheres são livres quando servem os seus empregadores, mas escravas quando ajudam os seus maridos” [3].

Infelizmente, as mulheres cristãs não estão imunes à destruição ideológica do feminismo radical, que está praticamente onipresente em nossa cultura. Ao longo dos anos, estas pelo menos têm mostrado possuir uma capacidade profunda de ajudar e encorajar outras mulheres — virtudes que são difíceis de viver e até mesmo de ter em alta conta, quando a cultura, de uma maneira geral, apresenta o ciúme e a inveja como “virtudes” indispensáveis para sobreviver econômica e socialmente.

Mas como podemos combater este velho pecado de Eva?

Primeiro, é importante termos consciência da inveja e das múltiplas formas sob as quais ela se apresenta no mundo à nossa volta. O mais importante de tudo, porém, é olharmos para nossos próprios corações, onde este pecado muitas vezes se esconde, permeando nossas palavras, atos… e omissões.

Em segundo lugar, podemos consultar esses velhos contos de fadas à procura de ajuda. A mulher invejosa preza pelo próprio status, esteja ele em sua juventude, em sua riqueza, em seu poder ou em sua influência (ou mesmo em tudo isso junto). Todos esses aspectos materiais, no entanto, não cobrem por completo o que significa ser uma mulher de Deus. Há uma camada mais profunda de vida para as mulheres, camada a qual nós perdemos de vista em nossa própria cultura. Trata-se de maturidade e de sabedoria. Esses atributos não aparecem simplesmente com o passar dos anos, mas devem ser adquiridos por meio de atos deliberados de esforço para conquistar as virtudes da humildade, da paciência, da confiança, da pureza etc.

A chave para isso está na consciência profunda de que Deus é nosso Pai, cuida com carinho de cada um de nós e tudo o que nos acontece faz parte de sua vontade providente. Quando descobrimos que “tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rm 8, 28) e rejeitamos a mentira de que estaríamos órfãos neste mundo, então a inveja passa a não ter mais lugar em nossas vidas. Um espírito de gratidão por esse relacionamento com nosso Criador e por todos os dons que recebemos, por mais pequenos e insignificantes que pareçam, é o que precisamos para dissipar o veneno da inveja.

Como todo bom conto de fadas, nós sabemos que, no fim, a beleza, o bem, a verdade e a honestidade verdadeiras não podem ser vencidos, mas tão somente escondidos ou desprezados. Um dia, a fantasia da ideologia feminista finalmente virá abaixo e será revelado, então, aquilo que ela realmente é: uma grande e espalhafatosa mentira.

Notas

  1. A expressão “fairest of them all”, aqui traduzida ao pé da letra, faz referência à frase com que a personagem da madrasta má se dirigia ao espelho mágico nntea história da Branca de Neve: “Mirror, mirror on the wall, who’s the fairest of them all?” (“Espelho, espelho na parede, quem é a mais bela de todas?”, literalmente). Na versão portuguesa desse conto de fadas, a frase que ficou famosa e mais sonora em nosso idioma foi: “Espelho, espelho meu, existe alguém neste mundo mais bonita do que eu?”.
  2. Essa diferença é cuidadosamente explicada na Suma Teológica: enquanto os ciúmes (zelus, em latim) são considerados pelo Aquinate simples efeitos do amor (cf. I-II, q. 28, a. 4), pelo que vão abordados no tratado sobre as paixões, a inveja é sempre má e pecaminosa (cf. II-II, q. 36, a. 2), constando da seção da Suma que trata sobre a moral.
  3. Trata-se de uma frase, famosa, de G. K. Chesterton, já usada inúmeras vezes em outros textos nossos. Tomamos a liberdade de acrescentá-la aqui, a fim de enriquecer a matéria e completar a linha de raciocínio de sua autora.

fonte: https://padrepauloricardo.org/blog/a-maca-envenenada-da-ideologia-feminista

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“A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã” disse o Papa Francisco na Missa de 1 de janeiro de 2018 na Basílica de São Pedro, para a festa de Maria Mãe de Deus.

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O Papa Francisco convidou a “reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia”.

Homilia di Papa Francisco

Basílica Vaticana
Segunda-feira, 1° de janeiro de 2018

O Ano tem início sob o nome da Mãe de Deus. Mãe de Deus é o título mais importante de Nossa Senhora. Mas a alguém poderia vir a pergunta: por que dizemos «Mãe de Deus», e não Mãe de Jesus? Alguns, no passado, pediram para nos cingirmos a isto, mas a Igreja afirmou: Maria é Mãe de Deus. Devemos estar-lhe agradecidos, porque, nestas palavras, se encerra uma verdade esplêndida sobre Deus e sobre nós mesmos, ou seja: desde que o Senhor Se encarnou em Maria – desde então e para sempre –, traz a nossa humanidade agarrada a Ele. Já não há Deus sem homem: a carne que Jesus tomou de sua Mãe, continua ainda agora a ser d’Ele e sê-lo-á para sempre. Dizer «Mãe de Deus» lembra-nos isto: Deus está perto da humanidade como uma criança da mãe que a traz no ventre.

A palavra mãe (mater) remete também para a palavra matéria. Em sua Mãe, o Deus do céu, o Deus infinito fez-Se pequenino, fez-Se matéria, não só para estar connosco, mas também para ser como nós. Eis o milagre, eis a novidade: o homem já não está sozinho; nunca mais será órfão, é para sempre filho. O Ano tem início com esta novidade. E nós proclamamo-la dizendo assim: Mãe de Deus! É a alegria de saber que a nossa solidão está vencida. É a maravilha de nos sabermos filhos amados, de sabermos que esta nossa infância nunca mais nos poderá ser tirada. É espelharmo-nos em Deus frágil e menino nos braços da Mãe e vermos que a humanidade é querida e sagrada para o Senhor. Por isso, servir a vida humana é servir a Deus, e toda a vida – desde a vida no ventre da mãe, até à vida envelhecida, atribulada e doente, à vida incómoda e até repugnante – deve ser acolhida, amada e ajudada.

Deixemo-nos agora guiar pelo Evangelho de hoje. Da Mãe de Deus, diz-se apenas uma frase: «guardava todas estas coisas, meditando-as no seu coração» (Lc 2, 19). Guardava. Simplesmente… guardava; Maria não fala: d’Ela, o Evangelho não refere uma palavra sequer, em toda a narração do Natal. Também nisto a Mãe Se associa ao Filho: Jesus é infante, ou seja, «sem dizer palavra». Ele, o Verbo, a Palavra de Deus que «muitas vezes e de muitos modos falara nos tempos antigos» (Heb 1, 1), agora, na «plenitude dos tempos» (Gal 4, 4), está mudo. O Deus, na presença de Quem se guarda silêncio, é um menino que não fala. A sua majestade é sem palavras, o seu mistério de amor desvenda-se na pequenez. Esta pequenez silenciosa é a linguagem da sua realeza. A Mãe associa-Se ao Filho e guarda no silêncio.

E o silêncio diz-nos que também nós, se nos quisermos guardar a nós mesmos, precisamos de silêncio. Precisamos de permanecer em silêncio, olhando o presépio. Porque, diante do presépio, nos redescobrimos amados; saboreamos o sentido genuíno da vida. E, olhando em silêncio, deixamos que Jesus fale ao nosso coração: deixamos que a sua pequenez desmantele o nosso orgulho, que a sua pobreza desinquiete as nossas sumptuosidades, que a sua ternura revolva o nosso coração insensível. Reservar cada dia um tempo de silêncio com Deus é guardar a nossa alma; é guardar a nossa liberdade das banalidades corrosivas do consumo e dos aturdimentos da publicidade, da difusão de palavras vazias e das ondas avassaladoras das maledicências e da balbúrdia.

Maria guardava – continua o Evangelho – todas estas coisas, meditando-as. Quais eram estas coisas? Eram alegrias e aflições: por um lado, o nascimento de Jesus, o amor de José, a visita dos pastores, aquela noite de luz; mas, por outro, um futuro incerto, a falta de uma casa, «porque não havia lugar para eles na hospedaria» (Lc 2, 7), o desconsolo de ver fechar-lhes a porta; a desilusão por fazer Jesus nascer num curral. Esperanças e angústias, luz e trevas: todas estas coisas preenchiam o coração de Maria. E que fez Ela? Meditou-as, isto é, repassou-as com Deus no seu coração. Nada conservou para Si, nada encerrou na solidão nem submergiu na amargura; tudo levou a Deus. Foi assim que guardou. Entregando, guarda-se: não deixando a vida à mercê do medo, do desânimo ou da superstição, não se fechando nem procurando esquecer, mas dialogando tudo com Deus. E Deus, que Se preocupa connosco, vem habitar nas nossas vidas.

Aqui temos os segredos da Mãe de Deus: guardar no silêncio e levar a Deus. Isto realizava-se – conclui o Evangelho – no seu coração. O coração convida a pôr os olhos no centro da pessoa, dos afetos, da vida. Também nós – cristãos em caminho –, ao princípio do Ano, sentimos a necessidade de recomeçar do centro, deixar para trás os pesos do passado e partir do que é importante. Temos hoje diante de nós o ponto de partida: a Mãe de Deus. Pois Maria é como Deus nos quer, como quer a sua Igreja: Mãe terna, humilde, pobre de coisas e rica de amor, livre do pecado, unida a Jesus, que guarda Deus no coração e o próximo na vida. Para recomeçar, ponhamos os olhos na Mãe. No seu coração, bate o coração da Igreja. Para avançar – diz-nos a festa de hoje –, é preciso recuar: recomeçar do presépio, da Mãe que tem Deus nos braços.

A devoção a Maria não é galanteria espiritual, mas uma exigência da vida cristã. Olhando para a Mãe, somos encorajados a deixar tantas bagatelas inúteis e reencontrar aquilo que conta. O dom da Mãe, o dom de cada mãe e cada mulher é tão precioso para a Igreja, que é mãe e mulher. E, enquanto o homem muitas vezes abstrai, afirma e impõe ideias, a mulher, a mãe sabe guardar, fazer a ligação no coração, vivificar. Porque a fé não se pode reduzir apenas a ideia ou a doutrina; precisamos, todos, de um coração de mãe que saiba guardar a ternura de Deus e ouvir as palpitações do homem. A Mãe, autógrafo de Deus sobre a humanidade, guarde este Ano e leve a paz de seu Filho aos corações, aos nossos corações, e ao mundo inteiro. E, como filhos d’Ela, convido-vos a saudá-La hoje, simplesmente, com a saudação que os cristãos de Éfeso pronunciavam diante dos seus Bispos: «Santa Mãe de Deus!» Com todo o coração, digamos três vezes, todos juntos, fixando-A [voltados para a sua imagem posta ao lado do altar]: «Santa Mãe de Deus!»

© Libreria Editrice Vaticana

fonte: https://pt.zenit.org/articles/a-devocao-a-maria-nao-e-galanteria-espiritual-mas-uma-exigencia-da-vida-crista-texto-completo/

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“Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial”

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O Papa Francisco anunciou um sínodo para a Pan-amazônia antes de rezar a oração mariana do Angelus, neste domingo (15/10), após a massa das canonizações, a Praça de São Pedro. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019:

“Atendendo o desejo de algumas Conferências Episcopais da América Latina, assim como ouvindo a voz de muitos pastores e fiéis de várias partes do mundo, decidi convocar uma Assembleia Especial do Sínodo dos Bispos para a região Pan-amazônica. O Sínodo será em Roma, em outubro de 2019. O objetivo principal desta convocação é identificar novos caminhos para a evangelização daquela porção do Povo de Deus, especialmente dos indígenas, frequentemente esquecidos e sem perspectivas de um futuro sereno, também por causa da crise da Floresta Amazônica, pulmão de capital importância para nosso planeta. Que os novos Santos intercedam por este evento eclesial para que, no respeito da beleza da Criação, todos os povos da terra louvem a Deus, Senhor do universo, e por Ele iluminados, percorram caminhos de justiça e de paz”.

 

fonte: https://pt.zenit.org/articles/o-papa-francisco-anuncia-o-sinodo-para-a-pan-amazonia/

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PAPA FRANCISCO

AUDIÊNCIA GERAL

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O enigma da morte recebe luz da esperança cristã, chegando esta a cantar: «Felizes os mortos que morrem no Senhor». A Marta, que chora pela morte de seu irmão Lázaro, o Senhor Jesus assegura: «Teu irmão ressuscitará», pois, «quem crê em Mim, mesmo que tenha morrido, viverá».

Eu não sou a morte; «Eu sou a ressurreição e a vida». «Crês nisto?» – pergunta ele a Marta. Jesus, porém, faz a mesma pergunta a cada um de nós, sempre que a morte dilacera o tecido da vida e dos afetos. Com a morte, a nossa existência toca o cimo, tendo diante de nós a vertente da fé ou o precipício do nada.

O desafio que então nos lança Jesus é continuar a crer. Assim fez Ele com Jairo, a quem acabam de comunicar que a sua filha morreu, não há mais nada a fazer, de que serve incomodar o Mestre?! Jesus ouve e apressa-se a tranquilizar Jairo: «Não tenhas receio; crê somente!»

O Senhor sabe que aquele pai é tentado a deixar-se cair na angústia e no desespero, e recomenda-lhe que conserve acesa a chamazinha que arde no seu coração: a fé. «Não tenhas medo! Continua a manter acesa a chama da fé!» E valeu? Sim; Jesus, chegado a casa dele, ressuscita a menina e entrega-a viva aos pais.

No caso de Lázaro, ressuscita-o quatro dias depois de ele ter morrido; já estava sepultado. E Jesus manda-o sair do túmulo. A esperança cristã apoia-se e alimenta-se desta posição que Jesus assume contra a morte. Por nós, nada podemos; encontramo-nos indefesos perante o mistério da morte.

«Não tenhas receio – diz-nos Jesus –; crê somente!» A graça de que necessitamos naquele momento – uma graça imensa! – é conservar acesa no coração a chama da fé. Porque Jesus há de vir, tomar-nos-á pela mão, como fez com a filha de Jairo, e ordenar-nos-á: «Levanta-te, ressuscita».

fonte: https://pt.zenit.org/articles/audiencia-geral-jesus-ha-de-vir-tomar-nos-a-pela-mao-e-ordenar-nos-a-levanta-te-ressuscita/

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A catolicidade da ONG é tão fajuta que já foi exposta até pela CNBB.

 

Uma foto da manifestação feminista que ocorreu no Rio de Janeiro nesta segunda-feira (13/11) está viralizando nas redes sociais, provavelmente por ser sem noção demais para ser verdadeira – mas é. Trata-se de uma placa assinada pela organização pró-aborto Católicas Pelo Direito de Decidir, no qual se diz que “até Maria foi consultada para ser mãe de Deus. Católicas na luta pelo aborto legal e seguro!”. Isso mesmo, alguém foi cara-de-pau o bastante para usar a Virgem Maria em campanha pelo aborto.

Para os veteranos do movimento pró-vida, o grupo é um velho e mofado conhecido, mas que nos últimos anos perdeu palco e atenção para as radicais da ideologia de gênero. Nem por isso são menos desonestas.

Obviamente não se trata de um grupo de católicas reais que resolveram discordar do mandamento “Não Matar”. O nome é puro marketing para aparentar uma suposta “disputa interna” na Igreja. Em 2008, a desfaçatez dessas senhoras – que são só a cópia tupiniquim de uma ONG americana – conseguiu arrancar uma nota até da CNBB – e é preciso muito para isso, quando se trata de temas morais – expondo a charlatanice toda.

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Relembre a nota da CNBB:

NOTA DA CNBB SOBRE AS CATÓLICAS PELO DIREITO DE DECIDIR-CDD

Têm chegado à sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – inúmeras consultas sobre a ONG denominada “Católicas pelo Direito de Decidir”, uma vez que em seus pronunciamentos há vários pontos contrários à doutrina e à moral católicas.

Esclarecemos que se trata de uma entidade feminista, constituída no Brasil em 1993, e que atua em articulação e rede com vários parceiros no Brasil e no mundo, em particular com uma organização norte-americana intitulada “Catholics for a Free Choice”. Sobre esta última, a Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos já fez várias declarações, destacando que o grupo tem defendido publicamente o aborto e distorcido o ensinamento católico sobre o respeito e a proteção devidos à vida do nascituro indefeso; é contrário a muitos ensinamentos do Magistério da Igreja; não é uma organização católica e não fala pela Igreja Católica[1]. Essas observações se aplicam, também, ao grupo que atua em nosso país.

A Campanha da Fraternidade deste ano de 2008 reafirma nosso compromisso com a vida, especialmente, com a vida do ser humano mais indefeso, que é a criança no ventre materno, e com a vida da própria gestante. Políticas públicas realmente voltadas à pessoa humana são as que procuram atender às necessidades da mulher grávida, dando-lhe condições para ter e a criar bem os seus filhos, e não para abortá-los.

“Escolhe, pois, a vida” (Dt 30,19). Ainda que em determinadas circunstâncias se trate de uma escolha difícil e exigente, reafirmamos ser a única escolha aceitável e digna para nós que somos filhos e filhas do Deus da Vida.

Conclamamos os católicos e a todas as pessoas de boa vontade a se unirem a nós na defesa e divulgação do Evangelho da Vida, atentos a todas as forças e expressões de uma cultura da morte que se expande sempre mais.

Brasília, 03 de março de 2008

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Arcebispo de Mariana
Presidente da CNBB

Dom Dimas Lara Barbosa Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro Secretário-Geral da CNBB

fonte: http://www.semprefamilia.com.br/blog-da-vida/quem-esta-por-tras-da-placa-abortista-mais-sem-nocao-que-voce-ja-viu/

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“O Evangelho não afasta os cristãos da política”

Textos: Isaias 45, 1, 4-6; 1 Tess 1, 1-5; Mateus 22, 15-21

Pe. Antonio Rivero L. C., Doutor em Teologia Espiritual, professor no Noviciado da Legião de Cristo em Monterrey (México) e assistente no apostolado de Logos, para a formação de sacerdotes diocesanos em México e Centro América.

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Ideia principal: Ao César, o tributo; e a Deus, o culto, e não o contrario.

Resumo da mensagem: O Evangelho não afasta os cristãos da política, mas quer que o cristão participe com especial responsabilidade e testemunho da construção do bem comum. O difícil é como fundamentar no evangelho este compromisso, isto é, como uni-lo ao compromisso religioso para que não se perpetue aquela nefasta separação entre fé e práxis, entre o tributo que devemos dar a Deus e o tributo que devemos dar ao César. A Palavra de Deus nos ajuda hoje neste problema.

Pontos da ideia principal:

Em primeiro lugar, a Palavra de Jesus afirma que o Reino de Deus e o de César não se excluem, como pensavam os judeus. Agora bem, Jesus deixa bem claro que o poder político e militar são radicalmente relativizados, enquanto que o Reino de Deus é absoluto. A pergunta que lhe fizeram os fariseus e os de Herodes não era um pergunta, mas uma armadilha para lobo: se Jesus disser que não paguem ao César, entra em jogo a sua cabeça; mas se disser que paguem, então entra em jogo o prestígio e, com ele, a sua campanha eleitoral pelo reinado dos céus. A pergunta era uma hipocrisia, uma tentação. Tentação de idolatria. A moeda do tributo era o denário, que levava a inscrição: “Tiberius divus et pontifex máximus” (Tibério, deus e sumo pontífice). E o segundo mandamento do decálogo dizia: “Não esculpirás imagem alguma, nada se pareça ao que existe lá em cima no céu…” (Ex 20, 4; Dt 4, 15-20). Por isso Jesus responde: a César o que é de César, que é a obediência para com a autoridade nas coisas que mandem respeitando a Lei de Deus, e o que é de Deus a Deus, que é a adoração. Velas, uma e somente para Deus. Prevê-nos do fanatismo, absolutismo e sacralização da política.

Em segundo lugar, como deve se comportar então um cristão, um discípulo de Cristo diante do reino de César, isto é, diante do Estado e da ordem constituída? Obediência ou liberdade? Este é o dilema de sempre. O Novo Testamento resolve este dilema: o discípulo de Cristo fica livre não só para resistir ao Estado, mas também para obedecê-lo. O Estado não é um absoluto, um poder divino, como era antes da vinda de Cristo. Cristo modificou o conceito de poder e o substitui com o serviço. Os nossos césares ou governantes de hoje entendem isso? O discípulo de Cristo pode aceitar o poder estatal em liberdade, sem o medo de cair no Estado-latria, ou seja no culto ao estado ou ao imperador. Só dará o seu tributo ao César quando tem consciência de que será um compromisso justo para a transformação da sociedade, quando tem consciência de que a sua colaboração com as leis, os votos e os impostos será construtiva, e quando essas leis emanadas do poder civil concordem e respeitem a Lei divina.

Finalmente, quando é que um discípulo de Cristo deve dizer “não” ao poder estatal e fazer resistência? Quando a liberdade deve prevalecer sobre a obediência? Também o Novo Testamento responde: quando está em jogo a própria fé, isto é, quando o Estado se desvia dos planos de Deus e se erige de novo como absoluto, como era antes de Cristo, e não permite mais “dar a Deus o que é de Deus”. Não devemos dar o nosso voto para políticos vivedores, insolventes, corruptos, golfos com dinheiro dos nossos impostos, governantes prepotentes, totalitários, antidemocráticos, que criam um Estado absoluto. Não demos o nosso voto para governantes que emitem ou propõem leis em contra do bem comum, que atacam o matrimonio, a família, a vida, a liberdade de ensino, a propriedade privada, o homem e Deus. Esta situação se repete hoje, em alguns regimes políticos, onde a Igreja é forçada a guardar silêncio e o cristão não pode – não deve- com toda a sua lealdade dizer um “sim” incondicional a tal Estado. O cristão se encontra num verdadeiro estado de perseguição. E às vezes até em situação de martírio.

Para refletir: Somos conscientes de que “dar a Deus o que é de Deus” significa devolver o seu absoluto poder legislativo, executivo, judicial, que está acima de todos os parlamentos, governos, partidos e Estados do mundo? Devolvemos a Deus o título de propriedade exclusiva de todos os bens da criação e nos contentamos com o título que temos, o de administradores desses bens, exercendo a sua função social: pão, trabalho, dinheiro, bens… de Deus para todos? Pensemos nesta frase de santo Agostinho: “Deo, ait, reddendus est christianus amor, régibus humanus timor” (Livro I contra Epístola Parm, c. 7: a Deus é preciso dar o amor cristão, aos reis o temor humano).

Para rezar: Quero rezar com Calderón da Barca, poeta do século XVIII espanhol: “Ao rei, a fazenda e a vida se há de dar; mas a honra é patrimônio da alma e a alma só é de Deus”.Senhor, ajudai-me a dar-Vos minha adoração, e ao estado, meu respeito e minha submissão em tudo aquilo que respeite vossa santa Lei. Mas quando o estado me peça coisas em contra da vossa santa Lei, dai-me a força de dizer “Não”, embora isso signifique a proscrição, a defenestração e o martírio.

Qualquer sugestão ou dúvida podem se comunicar com o padre Antonio neste e-mail:

arivero@legionaries.org

fonte: Zenit

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no Convivium de Santo Agostinho na Basílica da Santíssima Trindade.

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A terceira visita temática à exposição temporária “As Cores do Sol – A Luz de Fátima no Mundo Contemporâneo”, tem lugar hoje no Convivium de Santo Agostinho na Basílica da Santíssima Trindade.

Esta visita temática será orientada pelo historiador José Eduardo Franco, especialista em história da cultura que em Setembro de 2015 foi condecorado com a Medalha de Mérito Cultural pelo Secretário de Estado da Cultura. Esta medalha é uma condecoração civil portuguesa que distingue pessoas singulares ou coletivas, pela sua dedicação ao longo do tempo a atividades de ação ou divulgação cultural.

A visita temática tem por tema “O Milagre do Sol de 13 de outubro de 1917”.

A exposição temporária ‘As cores do Sol: a luz de Fátima no mundo contemporâneo’ está patente ao público no Convivium de Santo Agostinho, até 31 de outubro de 2018.

Tomando como matéria histórica o dia 13 de outubro de 1917 e os relatos diretos e indiretos sobre o Milagre do Sol, a exposição pretende recriar, através de vários mecanismos sensoriais, cenários relacionados com a paisagem do dia da última aparição da Virgem Maria em Fátima.

Estas iniciativas das visitas temáticas à exposição irão decorrer até ao mês de outubro, em cada primeira quarta-feira de cada mês. A entrada é livre.

fonte:https://pt.zenit.org/articles/hoje-em-fatima-a-3a-visita-tematica-a-exposicao-temporaria-as-cores-do-sol/

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A presidente do Hospital Bambino Gesu’, Mariella Enoc: “Esta é mais uma notícia triste”.

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A presidente do Hospital Bambino Gesu’, Mariella Enoc, indicou ontem à tarde no Vaticano, que “O hospital (Great Ormond Street, em Londres) nos disse que, por motivos legais, não pode transferir para nós Charlie Gard. Esta é mais uma notícia triste”.

A declaração foi à margem da apresentação do Relatório de Saúde e Científico 2016, do ‘hospital do Papa’.

Na segunda-feira, Mariella Enoc, tinha anunciado querer abrir as portas para receber o pequeno Charlie Gard, de dez meses de idade, para que o desejo dos pais de “acompanhar e cuidar” do filho “até o fim” não fosse negligenciado.

O Tribunal do Reino Unido ordenou que os aparelhos do menino fossem desligados, atendendo a um pedido de seus médicos, que alegam que não há cura para a doença e que a criança tem o direito de morrer com dignidade, uma decisão referendada pela Corte Europeia dos Direitos Humanos.

O menino de 10 meses sofre da síndrome de miopatia mitocondrial, uma doença genética rara e, segundo os médicos londrinos, incurável, motivo que levou à decisão judicial de desligar os aparelhos que mantém o menino vivo. Os pais de Charlie discordam da decisão.

Mariella Enoc disse que foi contactada pela mãe de Charlie, que lhe pediu para verificar a possibilidade de que este cuidado, esta atenção, se realize. Enoc explicou que os médicos e cientistas estão aprofundando o caso e depois falarão diretamente com a família.

fonte:https://pt.zenit.org/articles/hospital-de-londres-nega-transferencia-de-charlie-gard-a-roma/

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Jacinthe-MartoTrês semanas antes da viagem do Pontífice a Fátima, programada para 12 e 13 de maio, por ocasião do centenário das aparições marianas.

O Papa Francisco convocou um Consistório Ordinário Público para a Canonização de vários Bem-aventurados. Entre eles, Francisco e Jacinta Marto, videntes de Fátima.

O consistório se realiza três semanas antes da viagem do Pontífice a Fátima, programada para 12 e 13 de maio, por ocasião do centenário das aparições de Nossa Senhora de Fátima.

Será o 20 de abril na Sala do Consistório do Palácio Apostólico, no Vaticano, e ao inicio o Santo Padre presidirá a Hora Média. O consistório público é a reunião de cardeais e o que foi convocado agora é um consistório ordinário, que reúne os cardeais que residem em Roma.

Figuram também outros processos canonização, entre os quais o dos chamados “protomártires do Brasil”: o sacerdote português Ambrósio Francisco Ferro e André Soveral, além do leigo Mateus Moreira e outros 27 companheiros. Os martírios tiveram lugar a 16 de julho de 1645 e 3 de outubro de 1645, nas perseguições anticatólicas do século XVII, por tropas holandesas.

E os menores Cristobal, Antonio e Juan estiveram entre os primeiros evangelizadores dos franciscanos e dominicanos logo depois da conquista. Foram cruelmente assassinados por seus conterrâneos porque, em nome da fé católica, rejeitavam a idolatria e a poligamia: Cristobal morreu em 1527, Antonio e Juan em 1529. Foram beatificados por S. João Paulo II em 6 de maio de 1990, na Basílica de Guadalupe, durante a sua segunda visita pastoral ao México.

Também Faustino Míguez, sacerdote escolápio, Fundador do Instituto Calasancio das Filhas da Divina Pastora; e Angelo da Acri (nome de batismo: Luca Antonio Falcone), sacerdote da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos.

fonte: https://pt.zenit.org/articles/consistorio-para-canonizacao-dois-pastorinhos-de-fatima-e-os-protomartires-do-brasil/